8 plantas para ambientes com pouca luz
Nem toda casa tem varanda ensolarada, mas mesmo assim dá para ter plantas bonitas. Algumas espécies vêm do sub-bosque de florestas tropicais, onde recebem pouca luz direta, e se adaptam bem a ambientes internos. Um aviso importante: pouca luz não é luz nenhuma. Todas as plantas precisam de alguma claridade natural, como a que entra por uma janela no mesmo cômodo.
As mais resistentes
- Zamioculca: quase indestrutível. Armazena água nos rizomas, então rega a cada 15 dias costuma bastar.
- Espada-de-são-jorge: tolera pouca luz e esquecimento. O maior risco é o excesso de água.
- Jiboia: pendente ou trepadeira, cresce rápido e é ótima para prateleiras.
- Lírio-da-paz: avisa quando quer água, murchando as folhas, e se recupera logo após a rega.
- Aglaonema: folhagem colorida que aceita meia-sombra.
- Filodendro: várias espécies se dão bem dentro de casa.
- Samambaia: gosta de luz indireta e de umidade; borrife as folhas em dias secos.
- Palmeira-ráfis: elegante, para cantos de sala com luz filtrada.
Cuidados gerais
- Regue menos: com menos luz, a planta faz menos fotossíntese e consome menos água. O excesso de água é a principal causa de morte nesses ambientes.
- Limpe as folhas: poeira bloqueia a luz. Passe um pano úmido de vez em quando.
- Gire o vaso: a planta cresce na direção da luz; girar mantém o formato equilibrado.
Atenção com pets e crianças
Várias plantas desta lista, como zamioculca, espada-de-são-jorge, jiboia, lírio-da-paz, aglaonema e filodendro, são tóxicas se ingeridas e podem causar irritação na boca, salivação e vômitos em cães e gatos. Se você tem animais ou crianças pequenas, coloque os vasos fora do alcance ou prefira espécies não tóxicas, como samambaia e palmeira-ráfis. Em caso de ingestão, procure um veterinário ou atendimento médico.